Mulheres de Fé

Uma mulher de fé confia em Deus (. . .). Sabe que Ele Se interessa por sua vida. Sabe que Ele a conhece. Ama Suas palavras e bebe sofregamente dessa água viva.

Fiz esse post em homenagem à minha irmã Elô….

mulher de fé

Queria muito ser uma mulher de fé. Aquela que vai sempre a Igreja, que busca resposta nas palavras de Deus, na Bíblia.

Não sou assim. Eu tenho um diálogo aberto com Deus, converso com Ele sem orações construídas. Tenho meu momento e minhas orações.

Mas, admiro quem e igual a minha irmã.
Maria é a Mãe da fé.

Depois que resolvi escrever este post fui pesquisar sobre o assunto para não escrever besteira e descobri outro exemplo de uma mulher de fé, uma mulher de oração, que seguiu os passos de Maria. Uma mulher normal, Santa Gianna Beretta Molla, nasceu na Itália e viveu em nossa época, conciliando a sua vida profissional de médica com os deveres de mãe, esposa, acolhendo plenamente o dom da fé e a educação cristã, recebidas de seus exemplares pais, que a levaram a considerar a vida como um dom maravilhoso de Deus, a ter confiança n’Ele e a estimar a necessidade e a eficácia da oração. De forma que ela renunciou à própria vida em favor da vida da filha, na ocasião da gestação e do parto.

Formou-se com louvor em medicina e entre seus clientes demonstra especial cuidado para com as mães, crianças, idosos e pobres. Especializou-se em Pediatria, mas freqüentou uma clínica obstétrica, pois – por seu grande amor às crianças e às mães – pretendia unir-se ao seu irmão, padre Alberto, médico e missionário no Brasil. Este, com a ajuda do seu outro irmão, Francesco, que era engenheiro, construiu um hospital na cidade de Grajaú, no Estado do Maranhão. Gianna, por conta de sua saúde frágil, foi desaconselhada pelo Bispo a vir ao Brasil. Enquanto exercia sua profissão, que era considerada por ela como uma “missão”, aumentou seu generoso compromisso para com a Ação Católica, e consagrou-se intensamente na ajuda às adolescentes. Por meio do alpinismo e do esqui manifesta sua grande alegria de viver e de gozar os encantos da natureza. Através da oração pessoal e da dos outros, questiona-se sobre sua vocação, considerando-a como dom de Deus. Opta pela vocação matrimonial e casa-se com Pietro Molla. Com simplicidade e equilíbrio, harmoniza os deveres de mãe, esposa, amiga e médica com a grande alegria de viver.

Na quarta gravidez, aos 39 anos, no final do segundo mês de gestação, aparece um fibroma no útero. Ela tinha três opções: retirar o útero doente, o que ocasionaria a morte da criança; abortar o feto; ou a mais arriscada: submeter-se a uma cirurgia de risco e preservar a gravidez. Ela opta pela cirurgia e, antes de ser operada, sabendo do grave perigo de prosseguir com a gravidez, suplica ao cirurgião: “Salvem a criança, pois tem o direito de viver e ser feliz!” Receia e teme que seu filho possa nascer doente e suplica a Deus que isso não aconteça.

Alguns dias antes do parto, demonstra estar pronta para sacrificar sua vida para salvar a do filho: “Se deveis decidir entre mim e o filho, nenhuma hesitação: escolhei – e isso o exijo – a criança. Salvai-a”. Nasce sua filha Gianna Emanuela. Apenas a teve por breves instantes nos braços. Apesar de todo o esforço dos profissionais para salvar a vida de ambas, na manhã de 28 de abril de 1962, em meio a atrozes dores e após ter repetido a jaculatória “Jesus, eu te amo! Eu te amo”, Gianna Beretta morre santamente.

Sejamos felizes, sejamos como Maria, como Gianna Beretta, “Mulheres de Fé”, que firmaram os pés em Deus! E que Ele me faça também uma mulher de fé!!!!

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